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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Começa a campanha de vacinação contra o vírus da influenza

Personagens recebem crianças em campanha de vacinação
Personagens recebem crianças em campanha de vacinaçãoFoto: Divulgação
Começou nesta segunda-feira (23) e segue até 1º de junho o vigésimo ano da campanha devacinação contra a influenza A(H1N1) em Pernambuco. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a expectativa é imunizar pelo menos 90% dos quase 2,4 milhões de pernambucanos inclusos nos grupos prioritários. As doses serão administradas em postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Estão no grupo de risco idosos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, mulheres que tiveram filhos a até 45 dias, trabalhadores da área de saúde, professores, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, detentos e funcionários do sistema prisional. O dia D da campanha será o sábado 12 de maio.

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Além do grupo de risco, a campanha inclui pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais: doença respiratória crônica, cardíaca crônica, renal crônica, hepática crônica, neurológica crônica; diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias. 

vacina é contra-indicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, assim como a qualquer componente da vacina ou alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

De acordo com dados da SES, Pernambuco registrou este ano 232 casos de síndrome respiratória aguda grave, quando há a necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Apenas um desses casos foi confirmado como influenza A(H1N1). A vacina também protege contra os vírus da influenza A(H3N2) e B.
Personagens recebem crianças em campanha de vacinação
Fonte: Folha Pe

MP com ajustes à reforma trabalhista perde a validade nesta segunda

Aprovação da Reforma Trabalhista
Aprovação da Reforma TrabalhistaFoto: J Batista/Câmara dos Deputados
A medida provisória que regulamenta trechos da reforma trabalhista perde a validade nesta segunda-feira (23) e, com isso, mudanças significativas serão engavetadas, sem prazo para que voltem a ser discutidas, o que provoca insegurança jurídica para patrões e empregados.

MP alterava 17 artigos da reforma que entrou em vigor em novembro de 2017. Pelo texto que caduca nesta segunda-feira, gestantes e lactantes, por exemplo, não poderiam trabalhar em local insalubre, como permite a reforma.

Outra era em relação ao trabalhador autônomo, que não poderia ter contrato de exclusividade com uma empresa. Havia ainda a previsão de uma quarentena de 18 meses antes de alguém que foi demitido poder se tornar empregado intermitente. Já este trabalhador não precisaria pagar multa de 50% caso descumprisse o contrato e não fosse trabalhar quando convocado.

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Sobre a jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, o texto previa que ela só ser negociada convenção ou acordo coletivo, o que também cai com a expiração da medida provisória.

MP chegou ao Legislativo em novembro, após uma negociação com o governo para que a reforma fosse aprovada no Senado sem alterações que obrigassem o envio do assunto novamente à Câmara.

Mas o texto travou no Congresso, que tem atuado a passos lentos desde o início de 2018, focado quase que exclusivamente nas eleições. A comissão que deveria discutir a MP não teve sequer um relator designado. "A comissão não construiu um acordo. Assim, não tinha o que o plenário da Câmara fazer", desconversou o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O presidente do CongressoEunício Oliveira (MDB-CE), criticou o trâmite de MPs e disse que esta caducou ainda na Câmara, sem poder ser apreciada pelo Senado.
"Se não houver aprovação [de altercações] do trâmite, vai acontecer com outras MPs, principalmente em ano eleitoral", afirmou.

O governo dissemina o discurso de que fez sua parte e encaminhou a MP. Porém, não se empenhou para fosse levada adiante por uma questão prática: o Planalto temia que a medida provisória fosse muito alterada e a reforma trabalhista acabasse desfigurada. O texto recebeu 967 emendas.

"Eu penso que, em função de a reforma trabalhista estar trazendo resultados altamente positivos, não houve interesse em rediscuti-la", disse o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo).

Responsável pela articulação política do PlanaltoMarun afirmou que, se for editado um decreto para substituir tópicos da MP, seria apenas de regulamentação, sem promover alterações no texto.

Já o ministro do Trabalho, Helton Yomura, disse que o governo está, sim, estudando como levar as alterações adiante, embora ainda não saiba como fazê-las -se por decreto, portaria de sua pasta ou alguma alternativa que passe pelo Legislativo.
Esta última opção, o ministro reconheceu, é bem mais difícil e teria que passar por avaliação conjunta do braço político do Planalto.

Segundo Yomura, as alternativas que passam pelo Congresso são medida provisória ou projeto de lei "com um rito diferenciado" de tramitação. "Temos consciência de que este é um ano legislativo atípico por conta de eleição, festa junina, Copa", disse.
Algumas centrais não acreditam mais que mudanças aconteçam ainda neste ano.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, aposta no próximo governo para promover as mudanças. Ricardo Patah, presidente da UGT, disse acreditar que as alterações podem sair ainda neste ano por pressão do empresariado.

"Se fosse interesse só dos trabalhadores, este ano já estaria descartada qualquer alternativa. Mas, há necessidade empresarial por causa da insegurança jurídica", disse Patah.

O ministro do Trabalho informou que contratos pactuados já na vigência da reforma continuam valendo por estarem lastreados na legislação em vigor desde novembro.
Yomura também relativizou a insegurança jurídica existente até que o governo encontre uma maneira para resolver os temas abordados na medida. "Estamos confiantes de que podemos ter algumas soluções dentro dos contratos ou nos acordos ou convenções coletivos para minimizar eventual incerteza."
Fonte: Folha PE

Durante visita, ministro dos Transportes recebe pedido de apoio para Estaleiro

[G] Visita do ministro e governador ao Estaleiro
[G] Visita do ministro e governador ao EstaleiroFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco
Recém-empossado, o ministro dos TransportesValter Casimiro Lins, visita o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), junto com o governador Paulo Câmara, nesta segunda-feira (23). Ele veio conhecer o Castro Alves - primeiro navio do tipo Aframaxconhecido no Brasil -, mas também acabou recebendo pedidos de apoio do empreendimento pernambucano.

Presidente do EAS, Harro Burmann explicou que, apesar de ter registrado os melhores níveis de produtividade da sua história neste navio, o estaleiro só tem encomendas até a metade do ano que vem. Por isso, pediu apoio do ministro da aprovação de medidas que possam garantir a sobrevivência do EAS, como a exigência de conteúdo local nas próximas encomendas da Petrobras. "A indústria naval precisa sobreviver, porque gera 190 mil empregos e R$ 5,2 bilhões de massa salarial por ano no País. Só o EAS tem uma receita anual de R$ 1 bilhão, gera 18 mil empregos, sendo 3,6 mil em folha, e uma massa salarial anual de R$ 500 milhões", defendeu Harro. 

O presidente do EAS vai aproveitar a visita do ministro para lançar o Manifesto pelo Salvamento da Indústria Naval Brasileira, que pede obrigatoriedade de conteúdo local nos próximos navios da Petrobras e concessão de crédito via Fundo de Marinha Mercante. "Para que essa indústria permaneça, algumas medidas precisam ser tomadas", explicou Burmann.
Castro Alves - no Estaleiro Atlântico Sul
Castro Alves - no Estaleiro Atlântico Sul - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco
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Segundo Burmann, caso o empreendimento não consiga novas encomendas, a única solução é começar, já a partir do fim deste ano, a demitir grande parte dos atuais 3,6 mil trabalhadores. “A expectativa é que os presentes se sensibilizem com o que vão ver aqui e nos ajudem a aprovar as medidas que nos dão a garantia necessária para destravar projetos”, afirmou. 
Em entrevista recente à Folha de Pernambuco, o presidente afirmou que não tem intenção de perder a mão de obra, que é qualificada e foi treinada por dez anos, mas que diante da ausência de novos contratos, é o que terminará ocorrendo. No entanto, ele tem buscado alternativas. “Estamos estudando algum mecanismo para garantir que esse pessoal continue empregado de alguma maneira”, afirmou Burmann. 
Na ocasião, ele propôs como solução para o problema a suspensão temporária do contrato de trabalho, como o que foi implementado na indústria automotiva na crise de 2008. “O Governo não cobrou impostos e pagou parte dos salários para manter o pessoal empregado no período em que não havia demanda”, lembrou o presidente do EAS, dizendo que a proposta já foi previamente apresentada a membros do Ministério do Trabalho.

ministro dos TransportesValter Casimiro, se comprometeu a levar os pleitos do EAS ao Governo Federal e ao BNDES. Ele prometeu, inclusive, incluir esta pauta na reunião que já tem marcada com o Banco do Desenvolvimento Social nesta semana. "Aqui fica o compromisso de capitanear as discussões no Governo Federal no sentido de garantir a manutenção da indústria naval brasileira", anunciou

Paulo Câmara também garantiu que vai retomar as negociações, iniciadas no ano passado, com o BNDES no sentido de liberar os recursos que podem viabilizar a construção de novas embarcações no EAS - dois navios da Satco que foram encomendados há mais de um ano.
Fonte: Folha Pe

Celpe facilita regra de negociação de débito

Conta de energia
Conta de energiaFoto: Flávio Japa/Arquivo Folha
Com o objetivo de diminuir a inadimplência e facilitar o acesso aos clientes, a Compa­­­­nhia Energética de Pernambuco (Cel­­­­pe) flexibilizou a negociação dos débitos. Agora, os consumido­­­­res residenciais que possuem duas ou mais faturas em atraso terão mais facilidade no momento de qui­­­­tar a dívida e de definir o pagamen­­­­­­to de entrada e o parcelamento.

“Na nova medida, o cliente poderá pagar 20% de entrada em cima do valor que ele está em débito. O restante poderá ser dividido em até nove parcelas”, informou o superintendente comercial da Celpe, Pablo Andrade, ao acrescentar que a quantidade de parcelas dependerá do valor da dívida e do perfil do consumidor. Segundo ele, a empresa está trabalhando para diminuir a inadimplência cada vez mais.

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Os clientes que desejam aderir ao novo modelo de negociação precisam ir até as unidades presenciais da Celpe. “Para facilitar, o consumidor pode agendar o atendimento na unidade mais próxima pelo site da empresa. Com isso, ele não enfrentará filas, já que o atendimento será no horário marcado”, comentou Andrade. Os interessados devem apresentar documentos de identificação, como RG ou carteiras de trabalho e habilitação, além do CPF e uma conta de energia.

Celpe informa também que apenas o titular da conta pode realizar o acordo. Os consumidores que não são titulares, mas são os responsáveis pelos imóveis com dívidas com a empresa, devem apresentar o contrato de locação ou compra do imóvel, ou ainda procuração pública ou particular. Assim, será possível realizar a mudança de titularidade para proceder com a negociação.

Antes, o valor da entrada era de 30% e o restante poderia ser dividido em apenas três vezes. “Com essas modalidades, pretendemos oferecer facilidades aos clientes. Em janeiro, a Celpe implementou a opção do cliente parcelar a dívida em até 12 vezes na fatura no cartão de crédito das bandeiras Visa, Mastercard e Hiper”, lembrou Andrade. Hoje, a inadimplência é da ordem de 2% do faturamento da empresa. A Celpe distribui energia para os 184 municípios de Pernambuco, além da cidade de Pedras de Fogo, na Paraíba. Hoje, a empresa atende 3,6 milhões de clientes.
Fonte: Folha Pe

Afronta à memória de Eduardo Campos Publicado em 23/04/2018 às 13h00 Comparar Joaquim Barbosa com Eduardo Campos é uma afronta à memória do ex-governador Setores do PSB que arrastaram Joaquim Barbosa para o partido começam a dizer que Joaquim Barbosa é um “nome capaz” de dar continuidade ao “projeto presidencial” de Eduardo Campos. É uma afronta à memória do ex-governador, que tinha ideias sobre o Brasil forjadas ao longo de uma convivência de mais de 30 anos com seu avô, Miguel Arraes. Eduardo foi seu chefe de gabinete no Palácio do Campo das Princesas, deputado estadual, líder da Oposição na Assembleia Legislativa, secretário de Governo e da Fazenda, deputado federal, ministro de estado, governador e candidato a presidente da República. Joaquim Barbosa também teve uma carreira bem sucedida, mas como membro do Ministério Público Federal e ministro da Suprema Corte. Mas ninguém sabe o que ele pensa sobre os grandes e graves problemas nacionais, e que soluções pretende propor para tentar resolvê-los. Além do mais, sabendo-se que se trata de uma pessoa difícil e incapaz de conviver com quem pensa diferente dele, é absolutamente impróprio compará-lo ao ex-governador. É legítimo que o PSB queira ter o seu próprio candidato a Presidência da República, mas não é tão legítimo assim o seu oportunismo eleitoral, indo atrás de uma pessoa que não gosta da política e cujo pensamento sobre o país é uma incógnita. A dança das pesquisas Raul Henry (MDB), vice-governador, garante que a Frente Popular está de posse de pesquisas, para consumo interno, mostrando que a popularidade de Paulo Câmara (PSB) está em ascensão. Já Marília Arraes (PT), vereadora e pré-candidata à sucessão estadual, afirma o contrário. Que as pesquisas da oposição revelam que 6 de cada 10 pernambucanos reprovam o governo. Baixa aceitação – Humberto Costa diz ter “o maior respeito” por Marília Arraes, por ela estar contribuindo para “oxigenar” o PT. Mas teve acesso a pesquisas encomendadas pelo partido em que o nome da vereadora teria baixa aceitação como candidata ao Palácio das Princesas. Resolvam por aí – O senador pediu à direção nacional do PT que conduza as conversas com Carlos Siqueira (PSB) visando a uma aliança entre os dois partidos em Pernambuco. Mas a presidente Gleisi Hoffmann (PT) voltou a dizer que isso é “tarefa” das direções regionais. Lula livre – Militantes do PT aproveitaram o feriado de Tiradentes para promover atos de solidariedade ao ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba. O que se realizou no bairro da Madalena, no Recife, tinha menos de 20 pessoas. O retorno – Num país em que a maioria das pessoas não renuncia sequer ao cargo de “inspetor de quarteirão”, Maurício Rands (ex-PT) surpreendeu PE em 2012 ao renunciar ao mandato de deputado federal. Teria legitimidade, agora, para pedir votos aos pernambucanos? Linha política – Bolsonaro (PSL) tem sido bem sucedido até agora em sua estratégia de “montar palanque” nos 27 estados com pastores evangélicos, empresários e membros de corporações militares. Em Pernambuco conseguiu um coronel (Luiz Meira) para disputar o governo e um empresário (Gilson Machado Neto) para disputar o Senado. Fonte :Blog de Inaldo Sampaio. Comentários (0) e Compartilhar Candidatura de Marília Arraes também fragiliza oposição

Existe um desejo de atores da dita oposição pela candidatura de Marília Arraes no sentido de forçar a existência de um segundo turno acreditando numa repetição de 2006 que levou Eduardo Campos ao Palácio do Campo das Princesas. Ocorre que há uma diferença elementar entre a postulação de Marília e aquele que representar a oposição em relação ao pleito que elegeu Eduardo Campos, porque não há qualquer relação política entre eles e Marília, diferentemente de 2006 quando Eduardo e Humberto estavam no mesmo campo político.
A eventual candidatura de Marília, que em pesquisas internas e externas se configura no grande fato novo da eleição, corre um risco real de polarizar com Paulo Câmara, deixando o nome oposicionista de fora da disputa de um eventual segundo turno, fragilizando um grupo que tem dois senadores, três ex-ministros e deputados federais e estaduais com algum tipo de representatividade.
Na hipótese de Marília Arraes ficar de fora do segundo turno, no calor da disputa envolvendo o PSB, o PT e o candidato do palanque de Temer, é pouco provável que o eleitor de Marília faça a escolha por um nome oposicionista. Essa conta é óbvia e imaginar que será diferente por parte da oposição é no mínimo ingenuidade.
O melhor quadro para a oposição é o de duas candidaturas do mesmo campo político ou uma disputa no mano a mano com o governador Paulo Câmara, porque quem desaprova o governador tende a marchar com um nome oposicionista. Com Marília no jogo, Paulo pode até perder pra ela, mas a oposição sairia mais desmoralizada caso ficasse de fora da segunda etapa. Portanto, a oposição torcer pela candidatura de Marília Arraes significa torcer pelo seu próprio ocaso.
Incerteza – Por conta da sua situação na justiça, onde responde a uma série de processos, o ex-deputado federal José Augusto Maia (Avante) corre um sério risco de ficar de fora das eleições deste ano. Ele pretende ser candidato a deputado estadual, mas poderá ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa e ser impedido de entrar na disputa.
Apoios – A deputada estadual Roberta Arraes, depois que oficializou sua entrada no PP, conquistou uma série de apoios para a sua reeleição. Roberta precisará de apenas 30 mil votos, mas tem boas chances de passar de 40 mil porque está na base do governador Paulo Câmara e será a única interlocutora do Araripe com o Palácio caso o governador seja reeleito.
Clóvis Paiva – Filiado ao Partido Progressista, o ex-prefeito de Ribeirão Clóvis Paiva será candidato a deputado estadual em outubro, e tem grandes chances de ser o representante da Mata Sul na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Clóvis é uma das grandes apostas do deputado federal Eduardo da Fonte, que poderá ser candidato a senador na chapa de Paulo Câmara.
Em forma – Pré-candidato a governador de Pernambuco, o ex-ministro da Educação Mendonça Filho postou vídeo nas suas redes sociais com atividades físicas. Mendonça para chegar ao Palácio do Campo das Princesas terá que ter fôlego de maratonista porque a disputa tende a ser a mais acirrada dos últimos anos.
RÁPIDAS
Agricultura – O governador Paulo Câmara entregará, nesta segunda-feira, 15.550 kits com equipamentos para a estruturação de ações produtivas para a agricultura familiar de 87 municípios de Pernambuco beneficiadas pelo programa Pernambuco Mais Produtivo. O caráter produtivo faz parte do Programa Segunda Água (Cisternas Calçadão), financiado com recursos da União, via Ministério de Desenvolvimento Social. O investimento na ação é da ordem de R$ 22 milhões.
Brasília – Embarco hoje rumo a capital federal para acompanhar a semana legislativa da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Lá terei maiores informações sobre o cenário político nacional e estadual. Fiquem ligados no blog, pois traremos tudo em primeira mão para os nossos leitores.
Inocente quer saber – O PSB já prepara o futuro deputado federal João Campos para ser o candidato do partido a prefeito do Recife em 2020?
Fonte :Blog de Edmar Lyra.

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