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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Alckmin: conversa com PSD vai bem e caminha para aliança Publicado em 03/05/2018 às 10h15 Beto Barata/PR Beto Barata/PR O ex-governador de São Paulo e pré-candidato a presidente, Geraldo Alckmin (PSDB), admitiu nesta quarta-feira, 2, que as conversas com o PSD para uma coligação na futura chapa caminham para a formação de uma aliança entre os partidos. "As conversas estão indo bem, o PSD é um partido grande e está caminhando bem para uma boa aliança", disse Alckmin durante visita à 25ª Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Ontem, na mesma feira de agronegócios, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, fundador e presidente de honra do PSD, afirmou que, em consulta interna, ampla maioria do partido defende uma coligação e que essa aliança seja com o PSDB de Alckmin. "Em breve vamos anunciar, mas temos uma meta de dobrar a renda do brasileiro. Para isso, é preciso um conjunto de medidas e precisamos construir consenso em torno de um grande projeto. É importante ter aliança, ganhar a eleição e fazer um grande governo", afirmou Alckmin. Indagado sobre se, entre as medidas necessárias, defendia a proposta que tramita no Congresso para a reforma da Previdência, Alckmin disse apenas que defendeu "o regime geral de previdência, sem distinguir trabalhador da iniciativa privada e do setor público", afirmou. O pré-candidato tucano evitou polêmica ao comentar a disputa pelo seu legado no governo entre os pré-candidatos Márcio França (PSB), atual governador e sucessor de Alckmin, e João Doria, ex-prefeito de São Paulo e nome do PSDB à disputa do Palácio dos Bandeirantes. "Os dois têm compromissos importantes. Márcio Franca com o governo, se preparou para isso e João Doria é o candidato do nosso partido. Acho que os dois vão fazer avançar ainda mais", concluiu. Fonte:Estadão. Leia Ja. Comentários (0) e Compartilhar Câmara recorre ao STF contra decisão que impediu visita de deputados a Lula

Sob pressão dos petistas, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, de impedir a comissão externa da Casa de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Superintendência da Polícia Federal no Paraná. A Casa alega que houve violação do princípio de separação de Poderes e prerrogativas do Legislativo.
 
Em 23 de abril, a magistrada vetou a entrada dos deputados, sob a alegação de que não havia motivação para a realização da diligência. A juíza também destacou que, como uma comissão de senadores já havia vistoriado a cela de Lula, não havia necessidade de nova visita de parlamentares.
 
Assinada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental com pedido de medida cautelar propõe a anulação da decisão da juíza e autorização imediata da entrada da comissão externa na cela de Lula. A Câmara alega que a decisão da magistrada restringiu o acesso de autoridades do Legislativo e que isso fere cláusula pétrea da Constituição. "A decisão impugnada cria um obstáculo intransponível ao exercício de prerrogativa constitucional do Poder Legislativo, qual seja, a de fiscalizar e controlar os atos da administração pública", diz a petição.
 
A comissão externa é formada por 13 deputados da oposição ao governo Michel Temer. Os petistas argumentam que a Constituição permite que parlamentares entrem em estabelecimentos prisionais à titulo de fiscalizar o ambiente. "Impõe-se, assim, que o Supremo Tribunal Federal assegure à Comissão Externa o exercício de suas prerrogativas constitucionais e regimentais, determinando ao juízo da 12ª Vara Federal de Curitiba que, em comum acordo com o coordenador da comissão, fixe dia e hora para realização da diligência para que foi constituída a comissão, observadas as restrições impostas pela lei de Execução Penal", finaliza a Mesa Diretora.
 
O líder da bancada do PT e coordenador da comissão externa, deputado Paulo Pimenta (RS), disse que insistiu por "vários dias" com Maia para que a Câmara entrasse com a ação no STF. Segundo Pimenta, Maia aguardou a juíza reconsiderar a decisão e diante da manutenção da decisão, informou aos petistas ontem, 1º que entraria com a medida para garantir a vistoria.

Fonte :Agência Estado.

Diario de PE

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