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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

País tem 1.766 casos de sarampo confirmados e mais de 7 mil em investigação


Última atualização do Ministério da Saúde (MS) sobre os casos confirmados de sarampo no Brasil – que chegaram a 1.766 – chamam atenção para a concentração regional do surto e a necessidade de população e gestores públicos se unirem em prol da Campanha Nacional de Vacinação.
No balanço, divulgado nesta terça-feira, 25 de setembro, as secretarias estaduais de saúde confirmaram os casos e alertaram para outros 7.962 que permanecem em investigação. Atualmente, dois Estados enfrentam surtos da doença: Amazonas, com 1.367 casos confirmados, quatro mortes e 7.863 sendo investigados; e Roraima, com 325, quatro mortes e 99, respectivamente. Outras duas pessoas morreram no Pará, totalizando 10 óbitos por conta de complicações da doença.
Segundo a pasta, os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que registra aumento significativo dos casos desde 2017. Alguns registros isolados foram identificados também em São Paulo (3), Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (29); Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (14) e Sergipe (4).

Transmissão

Infecção grave, o sarampo é transmitido pelo contato com secreções de pacientes infectados através de tosse, espirro ou fala. Apesar de ser contraída por pessoas de qualquer idade, para evitar que os casos se alastrem, a Campanha Nacional de Vacinação, encerrada no último dia 14, esteve direcionada a crianças de um a cinco anos incompletos.
Felizmente, o Brasil ultrapassou a meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra poliomielite e sarampo. A cobertura vacinal foi de 95,4% para a pólio e de 95,3% para sarampo. Mais de 4,4 mil Municípios cumpriram a meta estipulada pelo Ministério da Saúde. Segundo o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), alimentado pelos Estados, foram aplicadas no país 21,4 milhões de doses das vacinas (10,7 milhões de cada).

Visão da CNM

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem acompanhando de perto as dificuldades enfrentadas pelos Municípios para atingir a meta vacinal das campanhas de imunização contra o sarampo e a poliomielite. Em pesquisa realizada e publicada na semana passada, mostra que dificuldades na estrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS), problemas na alimentação do Sistema e flutuação de estoque de alguns tipos de imunobiológicos tem afetado, ao longo do ano, a possibilidade qualificação da vacinação municipal.
Fonte:Da Agência CNM de Notícias, com informações do Ministério da Saúde

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