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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Um fim de semana para Alckmin, Haddad e Ciro em PE

Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Ciro Gomes
Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Ciro GomesFoto: Divulgação
Na pesquisa Datafolha, divulgada ontem, Geraldo Alckmin (9%), aparece tecnicamente empatado com Ciro Gomes (13%), que, por sua vez, empata na margem de erro com Fernando Haddad (16%). Os três presidenciáveis estarão em Pernambuco entre hoje e domingo. O tucano desembarca nesta sexta-feira em Pernambuco, a despeito de o conselho de sua campanha já ter defendido que ele deveria centrar atenção no Sudeste e no Sul, onde corria risco de perder votos para Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. O tucano guarda o desafio de vencer em São Paulo, onde Bolsonaro lidera pesquisas. No guia eleitoral de ontem, Alckmin subiu o tom contra Lula e Bolsonaro. Vinculou os dois à Venezuela e ao ex-presidente Hugo Chávez. E advertiu: "O risco de o Brasil se tornar uma nova Venezuela é real”. Alckmin tratou de dar resposta à tese de que poderia se aliar ao PT contra Bolsonaro e afirmou ser o "único capaz de derrotar o PT na eleição". Haddad, que já havia se disponibilizado a abrir diálogo com o PSDB chega ao Pernambuco para cumprir agenda ao lado de Paulo Câmara e irá a Petrolina, onde Alckmin esteve em recente ato promovido pelos Coelho. Terá a missão de demarcar que existem dois lados e que ele e Paulo estão com Lula. Na Frente Popular, faz-se uma leitura de que o adversário, Armando Monteiro Neto tenta "confundir" o eleitor. O petebista ainda não definiu seu candidato à Presidência da República. E evitou, enquanto declarava voto em Lula, aparecer ao lado de Alckmin, cujo PSDB está em seu palanque, mas corre o risco de sair menor do que entrou na corrida presidencial. Ciro Gomes chega ao Recife no domingo após figurar no Datafolha com 13%, ainda na briga com Haddad (16%) por vaga no 2º turno. Na simulação de 2º turno, Ciro (45%) é o único que fica à frente de Bolsonaro (39%), fora da margem de erro. Pernambuco, forte reduto de Lula, entra na rota comum nessa reta final. 

Vai ter "troco" e vai ter Lula
Com o Datafolha apontando Paulo Câmara com 35% e Armando Monteiro com 31%, na reta final da campanha eleitoral, a Frente Popular deve subir o tom contra o petebista. Faz-se uma avaliação de que ele "bateu demais", enquanto o socialista teria se mantido mais propositivo. Socialistas avisam que "vai ter troco" e apostam em maior aparição do ex-presidente Lula na propaganda.

Nordeste > No ninho tucano, a avaliação que se faz, em Pernambuco, é de que, apesar dos planos do comando da campanha de Geraldo Alckmin pregarem o contrário, o presidenciável "não pode desaparecer do Nordeste".

Tamo junto > Candidato ao Senado pela coligação Pernambuco Vai Mudar, e um dos que mais trabalhou pelo projeto presidencial de Geraldo Alckmin, Mendonça Filho recebe o tucano no aeroporto, às 10h30, onde ele desembarca no Hangar da Líder. Também o acompanha em debate sobre políticas públicas para pessoas com deficiência em centro universitário da cidade. 

Previsão > Além de Mendonça ter ido a 31% (tinha 27%), a pesquisa Datafolha indicou crescimento ainda de Bruno Araújo, que pontuou 12% (tinha 6%). Na aliança comandada por Armando, os números já eram esperados e já se fala em um "teto" do governador Paulo Câmara.

Climão > O apoio declarado pelo candidato a deputado estadual, Erick Lessa, ao governador Paulo Câmara teria agravado os ruídos na relação dele com o ex-senador Douglas Cintra, segundo pessoas próximas. Douglas, aliado de Armando Monteiro, é tido como um dos incentivadores da candidatura de Lessa a prefeito em 2016, embora tenham terminado em lados opostos.
Fonte: Folha Pe

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