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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Governador decreta o fim dos “pardais” nas rodovias goianas


Ronaldo Caiado disse que os “pardais” não serão transformados em “indústria de multa”

Nada irrita mais um condutor de veículo do que ser flagrado por um “pardal” cometendo um delito de trânsito. Não pela multa em si, e sim pela forma traiçoeira com que o “pardal” lavra o flagrante. Ele é colocado em local escondido porque no Brasil, infelizmente, pratica-se a lógica inversa. Em vez de campanhas educativas para conscientizar os motoristas a respeitarem as leis de trânsito, usa-se o “pardal” para alimentar a “indústria da multa”. Este tema, aliás, foi debatido recentemente na Assembleia Legislativa pela deputada Priscila Krause, que queria saber da prefeitura do Recife quanto se arrecada com multas de trânsito e a destinação desse dinheiro. Informaram-lhe que de janeiro a dezembro de 2018 todas as multas aplicadas em Pernambuco totalizaram R$ 90 milhões, sendo R$ 30 milhões aplicadas pelo Detran, R$ 24 milhões pelo DER e R$ 36 milhões pela prefeitura da capital. Com tanto dinheiro fácil em jogo, entende-se por que nenhum governante tem interesse em fazer campanhas educativas. Porque multar é muito mais simples e mais barato. Isso não inibiu, no entanto, o novo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a resgatar solenemente sua principal promessa de campanha: abolir os “pardais” das estradas do seu Estado. “A partir de hoje, não vão mais existir radares móveis escondidos nas estradas goianas. Não vamos transformar multas em indústria de arrecadação para o Estado”, decretou o líder demista. Que os outros governadores o ouçam, e o imitem!

Erro de avaliação

Depois da morte de Eduardo Campos, o PSB ficou privado de um estrategista político. Isto pode ser notado no caso da eleição para a nova mesa diretora da Câmara Federal. O partido já rodou, rodou, rodou, e até ontem à noite ainda não sabia o que fazer. Um das opções seria apoiar o candidato partidário, JHC (PSL-AL), cuja chance de passar para o segundo turno é zero.

Concurso – João Henrique Caldas (PSB-AL), como foi registrado na Justiça Eleitoral, só tinha uma chance de ser eleito presidente da Câmara: se a escolha se desse por concurso público. Ele estudou em Harvard e em outros notáveis centros acadêmicos e por aí poderia ser o 1º colocado.

Só contribuir – Joaquim Francisco (PSDB) informa à coluna que integrou durante três semanas a equipe de transição do presidente Bolsonaro, como forma de “contribuir” para o debate sobre as questões do Nordeste, mas jamais lhe passou pela cabeça ocupar cargo no governo federal.

Pra fora – Paulo Câmara ganhou um apoio de peso para tentar cassar a concessão dada a uma das empresas de Benjamin Steinbruch para construir a Transnordestina: o ministro Tarcisio Freitas (Infraestrutura). Que está tão por dentro do assunto quanto o governador de Pernambuco.

Clima ruim – Nesta última semana de recesso, está cada vez mais triste o clima de convivência na Assembleia Legislativa. Lamenta-se pelos deputados que não foram reeleitos e também pelo estado de saúde de dois jovens parlamentares: Diogo Moraes (PSB) e Pedro Serafim Neto (PDT).

À reeleição – José Patriota (PSB), prefeito de Afogados da Ingazeira, será reeleito por aclamação, na próxima terça-feira, para presidente da Amupe. Trata-se, sem desmerecer os antecessores, do melhor presidente que a entidade já teve. Ele deu-lhe vez e voz no contexto político regional.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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