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quinta-feira, 9 de julho de 2020

JC Online
Movimento de empresários e trabalhadores do setor de Alimentação Fora do Lar em Pernambuco fizeram carreata, na manhã de hoje, pela reabertura no Estado dos estabelecimentos, que operam há quase 120 dias apenas por meio de delivery ou coleta do produto no local, devido à pandemia do novo coronavírus. A concentração começou às 9h na Praça de Casa Forte, na Zona Norte do Recife, e grupo foi em direção ao Palácio do Campo das Princesas, onde foi recebido pelo secretário executivo da Casa Civil, José Francisco Cavalcanti Neto, para entrega do documento que pede pela volta das atividades.
"A gente resolveu fazer essa carreata para ir até o governador Paulo Câmara (PSB) entregar esse documento explicando nossos motivos, porque as pessoas não suportam mais ficar paradas sem uma motivação para voltar ao trabalho", disse André Araújo, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Pernambuco. Ele calcula que cerca de 50 mil trabalhadores já foram demitidos em Pernambuco desde abril, de um total de 240 mil funcionários que havia no setor antes da pandemia.
Segundo a assessoria da Abrasel, a Polícia Militar tentou interromper a carreata na Avenida Norte. Por isso, os carros foram dispersados e se concentraram de novo por volta das 11h. Às 12h, o grupo foi recebido pelo secretário executivo da Casa Civil, José Francisco Cavalcanti Neto.
O movimento é formado pelo grupo independente de bares e restaurantes de Pernambuco; pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Abrasel/PE e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares e Restaurantes do Recife – Sintrah/PE, além dos representantes dos segmentos de cafés, lanchonetes, padarias e praças de alimentação de shopping centers.

O Jornal do Poder

09/07

2020

Decisão judicial revolta vereadores de Maraial

Uma decisão da juíza de direito Carolina de Almeida Pontes (Vara Única da Comarca de Maraial) cancelou, por dez dias, a posse do vice-prefeito de Maraial, Dr. Márcio, que ganhou o direito de assumir o cargo de prefeito, após a maioria dos vereadores cassar, na última sexta-feira, o mandato do atual gestor, Marquinhos Moura.
Os vereadores entenderam que Marquinhos Moura cometeu improbidade administrativa por não ter repassado os recursos obrigatórios – 15% para a área de saúde – e ter gastado R$ 1,3 milhão sem que as despesas tivessem sido empenhadas. Ele é filho do ex-prefeito Antônio Moura, que também foi afastado da função, em 1989, pela mesma Câmara.
O grupo formado por sete dos nove vereadores que decidiu pelo afastamento do prefeito está inconformado com a medida judicial. “O Poder Legislativo é soberano nessa questão. É incabível esse tipo de interferência. Fomos eleitos pelo povo e uma das nossas principais atribuições é fiscalizar o Executivo, e assim fizemos. A responsabilidade agora é da juíza”, destacou o vereador Carlos Alexandre.
fonte: blog do magno martins