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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Para o SLM na Política - Viram os vices (?) e outros aspectos:


 


A publicação anterior tratou sobre os candidatos a prefeito e sugestões sobre escolha de algum desses. Aqui vamos aos vices:


Nomes dos vices (e seus partidos, ora os mesmos dos candidatos a prefeito, ora não) e entre parênteses os dos candidatos a prefeito:


Antonio Cavalcanti (Lucia Cabral, 13)















Beto da Espam (Milton Micuiba 77)















Gabriel Neto (Vinícius Labanca 40)















Janaina Santos (Missionaria Savana 28)















Manoel Jerônimo (Bruno Pereira 15)
















Rouco Frutas (Denis Alves de Souza 36)















Wandson Mesquita (Klecyo 18)















Atuação local, profissão exercida, conhecimento sobre pessoas e cidade. Três pontos iniciais para avaliar os de cima. 


O vice, tradicionalmente polpudo, ou popular ganha, ou destaca o inteligente. Esse acréscimo proporciona uma pessoa que componha o Staff pensante da campanha, a articulação com mais um braço, a presença em paridade nos bairros, ruas, casas, pessoas. O vice é assim? Ou se deixa o vice ser assim, se é capaz? A segunda pergunta tem relevância, pois ou há rompimento, ou abandono desse, tempo após a eleição, por temor a uma passada de perna, ou por unidade de conveniência no momento eletivo.


Outros aspectos

Frentes (coligações) e partidos na disputa:

Frente Popular de São Lourenço da Mata – PSB + Avante + PCdoB + PSD + Republicanos (Vinícius Labanca e Gabriel Neto)

A Mudança Continua – MDB + DEM + PROS + PTB + PSDB (Bruno Pereira e Manoel Jerônimo)

Liberta São Lourenço da Mata – PTC + Cidadania (Denis Alves e Rouco Frutas)

São Lourenço uma Nova História - PRTB (Missionária Savana e Janaina Santos)

Solidariedade + PV + PMB + PDT (Milton Micuíba e Beto do ESPAM) 

Rede (Klécyo Roberto e Wandson Mesquita)

PT (Lúcia Cabral e Antonio Cavalcanti)


Números, fonte TSE:

Total de candidatos a prefeito, vice e vereador




Colunas mais altas, maior número de candidatos no partido




Ter esses números sem saber o que fazer (tipos de discurso, proposições, força na disputa e capilaridade) é sintoma de campanha deficiente, despreparada. Não é "conta de padaria".



Fonte : Blog Generalidade.
Professor Jacauna Medeiros.